História de Amor
"Se procurarmos a verdadeira fonte da dança e nos virarmos para a Natureza verificamos que a dança do futuro é a dança do passado, a dança da eternidade, que sempre foi e será a mesma." Isadora Duncan (1878-1927)
Estou triste!


Num rabecada ês dsafiám bá santanton
Fresca na terra a digerir o quintal da música e as peripécias vividas com a Manu a fazer.me em casa como em parte alguma do mundo e numa djonga de recompor corpo ecoa meu nome por uma das festas de Silvestre.
Cáda vez qu'êl tá guitôme hum tá tchorá sêque



"Pois temos uma escolha a fazer, em nosso país. Podemos aceitar uma política que fomente a divisão, o conflito e o cinismo. Podemos tratar da questão racial apenas como espetáculo --como o fizemos no julgamento de OJ--, ou apenas em momentos de tragédia, como o fizemos depois do Katrina, como munição para as notícias noturnas. Podemos exibir os vídeos do reverendo Wright em todos os canais, todos os dias, e falar sobre eles daqui até a eleição, e fazer com que a única questão a ser debatida no pleito seja a possibilidade de que eu concorde ou simpatize de alguma maneira com as mais ofensivas de suas palavras. Podemos explorar uma gafe de algum assessor de Hillary, ou podemos especular se todos os homens brancos votarão em McCain, não importa quais sejam suas opiniões políticas.

Pérola di terra à mistura com beijos e saudades
"...Para nós nada está mudado,
Nada,
a não ser esta quimera
bem vivida
do inferno que se despede da nossa angústia. ..."
Mantenhas







Explicaram-me já, de formas diferentes, a relação dos ovos e coelhos com esta promessa ao povo retirado do Egipto, a estes quarenta dias introspectivos e reflexivos. Não retive qualquer das explicações, talvez por não ter percebido nenhuma, mas é com carinho que lembro ter feito de coelhinho da Páscoa no aniversário do meu homem pequeno, que coincidiu com a Páscoa, há um bom par de anos. É que a esta miscelânea do pagão com o Divino nós fizemos uma adaptação á nossa imagem e medida. O cronista da destak, João César das Neves, faz uma reflexão sobre a Páscoa bastante interessante.
Esta ânsia de encontrar ou reencontrar a razão de existir afasta-nos, na razão inversa, de nós próprios. Cabalmente fazemos da Vida um 'ismo' constante e desde a acção ao pensamento 'ismamos' tudo. Na vaga das modas ou de inquietações interiores fazemos gato sapato em nome da evolução. Seja ela qual for: espiritual, social, material; as atrocidades praticadas são sempre salvaguardadas em nome das conjecturas do sujeito que as pratica.